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"Buscar-me-eis,               e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração"               Jer 29.13

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O Teu Reino, Não o Meu

22.05.2021  

Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu.” Mateus 6:9-10.

Quantos líderes cristãos estão construindo seus próprios reinos, e não o de Deus? Então, mais uma vez, o que eles estão orando pode ser bom e bíblico - uma congregação crescente, um prédio maior para a igreja, melhores sedes para sua organização ou campus - mas seu motivo ao orar é louvor, fama e glória para si mesmos.

Entretanto, Jesus, em sua oração-modelo de Mateus 6, ao ensinar seus seguidores a orar, foi muito explícito sobre de quem é o reino que precisa ser construído: “Pai nosso... venha o teu reino... na terra como no céu” (versículos 9-10).

Numa grande igreja, aparentemente bem-sucedida, na qual dei um seminário, diversos membros comentaram tristemente comigo: “Mas não há poder”. Por quê? Talvez fosse porque seu pastor, muito talentoso, estivesse construindo não o reino de Deus e sua glória, mas seu próprio reino e sua própria reputação.

Este amor pela proeminência, posição sobre os outros, e a construção do próprio reino em vez do de Deus já parecia ser um problema no primeiro século. Em 3 João, o apóstolo falou que precisava expor Diótrefes porque ele amava ser o primeiro entre as pessoas e se recusava a reconhecer João, para não ter sua própria posição de autoridade contestada.

Se Inclinamo-nos a achar que essa motivação errada existe somente nos ministérios grandes e famosos; entretanto, ela pode ser igualmente verdadeira ou até mesmo mais verdadeira nas igrejas e organizações pequenas e que enfrentam dificuldades. Numa tentativa desesperada de provar sua importância, essas igrejas podem recorrer à construção do seu próprio reino em vez do de Deus.

É possível que estejamos enganando a nós mesmos, bem como a outras pessoas, sobre nossos motivos para orar - mas nunca a Deus. Ele tem consciência de todas as nossas atitudes e motivos ocultos - muitas vezes irreconhecidos até mesmo por nós.

Não são apenas as nossas palavras que se elevam a Deus em oração, mas os nossos motivos também. Deus olha no íntimo - e nossos motivos são tão óbvios para ele quanto as palavras que dizemos. “E todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mente e coração” (Apocalipse 2:23).

Orar pelo motivo errado, então, é orar qualquer coisa a que Deus tenha de responder “não” porque, embora talvez boa em si mesma, o motivo que nos leva a pedi-la é “esbanjarmos em nossos prazeres” (Tiago 4:3).

Extraído e adaptado do livro: Uma Jornada de Oração

Autor: Evelyn Christenson

Para Meditar:"Para Meditar: "Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites." Tiago 4:3.

Oração: Senhor, eu Te peço que sonde o meu coração para descobrir meus motivos errados, mesmo nas boas coisas, pelas quais oro. Purifica-me, ó Deus, e mantém-me sempre edificando o teu reino, não o meu. Eu peço e agradeço em nome de Jesus Cristo.” Amém.

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