24.02.2024
“Portanto,
qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante
de meu Pai, que está nos céus.” Mateus 10:32.
Em Atos 27, aprendemos a maneira correta de fazer a boa
confissão. O apóstolo Paulo estava sendo conduzido preso
para Roma, a fim de ser julgado. Ele, outros presos e a
tripulação estavam em um navio, quando, de repente,
começou uma grande tempestade, a qual não cessava. Mesmo
estando sob aquela turbulência, Paulo manteve-se em
comunhão com Deus e declarou aos demais: “Portanto,
exorto-vos a que comais alguma coisa, pois é para a vossa
saúde; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de
vós” (Atos 27:34).
Paulo era um ministro de Deus, mas, para os romanos, ele
era apenas um prisioneiro. Ao afirmar que nem um cabelo
cairia da cabeça de qualquer um ali, Paulo não estava
sendo presunçoso, mas cheio de fé.
Como
a tempestade durou dias, houve o inevitável naufrágio do navio,
mas nenhum dos presentes perdeu a vida, conforme Paulo declarara,
pois todos conseguiram nadar até terra firme, em uma ilha chamada
Malta. À noite, já frio, o apóstolo foi pegar alguns gravetos
para fazer uma fogueira e, inesperadamente, uma cobra o mordeu.
Quando
as pessoas viram aquela serpente pendurada na mão do apóstolo,
julgaram pela aparência e disseram: “Certamente este homem é
homicida, visto como, escapando do mar, a Justiça não o deixa
viver.” (Atos 28:4b). Paulo, contudo, meditava sempre na Palavra e
conhecia a promessa de Deus que diz: “Nenhum mal te sucederá, nem
praga alguma chegará à tua tenda” (Salmos 91:10). Além disso,
ele tomara conhecimento de que, antes de subir aos Céus, Jesus
prometera: “Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa
mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os
enfermos e os curarão.” (Marcos 16:18).
Então, simples e calmamente, o apóstolo sacudiu a víbora no fogo,
e ele não padeceu mal algum. A expectativa de todos os presentes
era a de que, a qualquer momento, Paulo morresse fulminado pelo
veneno da cobra, mas, ao contrário do que imaginavam, as horas
foram-se passando, e coisa alguma aconteceu ao servo de Deus. O
resultado disso foi um testemunho vivo do poder do Todo-Poderoso, de
modo que, mudando de parecer, diziam que Paulo era um deus.
Além
dessas maravilhas, devido à boa confissão de Paulo, ainda
ocorreram outras experiências marcantes: os náufragos foram
recebidos na casa do governador daquela ilha, o qual estava
gravemente adoentado. Então, Paulo impôs as mãos sobre o enfermo,
e este logo sarou. A notícia, então, espalhou-se na localidade, e
todos iam até o apóstolo para serem curados.
Temos
de confessar a Palavra, com certeza absoluta, em qualquer
situação ou lugar. Precisamos anunciar a Verdade, dizer
aquilo que Deus diz, o que Ele fala ao nosso espírito,
pois, só dessa forma, seremos uma bênção para Seu
Reino.
Extraído e
adaptado do Livro: Mensagens
que Falam
Autor:
R.
R. Soares
Para
Meditar:"O
que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o
que as confessa e deixa, alcançará misericórdia."
Provérbios 28:13.
Oração:
“Senhor, eu Te
peço que me ajude a confessar a Tua Palavra com fé e
ousadia. Que a minha boca seja uma fonte de bênçãos, por
onde eu confesse somente palavras de vitórias para a minha
vida e de todos os que me rodeiam. Eu
peço e agradeço em nome de Jesus Cristo.”
Amém.