30.08.2025
“Na
verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará
as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou
para meu Pai.” João 14:12.
Aqui está um desafio lançado pelo Senhor Jesus: Aquele que
crê nEle tem de fazer, pelo menos, as mesmas obras que Ele
fazia. Se não as fizer, é sinal de que não crê nEle. Logo,
entendemos que as obras são como a credencial que o
cristão tem a exibir, quando questionado se é ou não
discípulo do Mestre. Se quiser, poderá vir a fazer até
obras maiores do que as que o próprio Senhor Jesus fazia.
Alguém pode dizer: Bem, não é que eu não seja discípulo
dEle, ou que não creia nEle; a verdade é que o meu
ministério é diferente. O que eu concordo plenamente. O
ministério desta pessoa não é um ministério bíblico. Se o
fosse, ela estaria representando o Senhor corretamente,
fazendo, no mínimo, as mesmas obras que Ele realizava.
Jesus
ocupou todos os ministérios, desde os maiores até os menores. Ele
foi apóstolo, profeta, evangelista, pastor e mestre. Também
socorreu na falta de pão, foi doutor na doutrina, operou milagres,
curou enfermos etc (Efésios 4:11; 1 Coríntios 12:28); no entanto,
nunca deixou de fazer a obra do Pai. Seja qual for o ministério que
a pessoa venha a ocupar, este não o excluirá de ter o sublime
prazer de realizar a Obra do Senhor.
Nos
dias em que a Igreja estava começando, em Jerusalém, os apóstolos
tomaram uma sábia atitude em relação ao ministério cotidiano,
pois acharam por bem não abandonar a Palavra de Deus para servir às
mesas. Mandaram que fossem escolhidos, dentre os irmãos, sete deles
de boa reputação e que fossem cheios do Espírito Santo e de
sabedoria, enquanto eles se dedicariam tão somente a perseverar na
oração e no ministério da Palavra.
Um
deles, por nome Estêvão, diz a Bíblia que era homem cheio de fé
e de poder, o qual fazia prodígios e grandes sinais entre o povo,
provando, pelas obras que realizava, que cria em Jesus. Este não
ocupava os cinco ministérios principais da igreja; tinha como ofício
o diaconato, cuja missão era servir às mesas, tratar de coisas
materiais em relação à Obra do Senhor. No entanto, além de
cumprir as suas funções outorgadas pela assembléia, como cristão,
cumpria aquelas que a Palavra delega a todo que crê em Jesus -
fazer o mesmo que o Senhor fazia (veja Atos 6:1-8).
O
mundo passará por um grande despertamento espiritual quando os
filhos de Deus começarem realmente a crer em Jesus, levando o poder
do Seu Nome a todos os lugares, libertando oprimidos, curando
enfermos, dando assim, com poder, testemunho de Sua ressurreição,
cumprindo, deste modo, os pressupostos colocados pelo Senhor Jesus
para a identificação dos Seus verdadeiros seguidores.
Sim,
todos os que se dizem filhos de Deus, que afirmam ter recebido o
novo nascimento, precisam sair para as ruas, praças, hospitais,
prisões, lares, enfim, a todos os lugares, levando o poder deste
Nome, que está sobre todos os nomes, e que nos foi dado para
representarmos o Senhor na Sua ausência.
Isto nada tem a ver com aqueles que vivem correndo de um
lado para o outro, com cara de piedosos, falando mansinho,
espalhando ensinamentos religiosos que contrariam
frontalmente o caráter do evangelho, enquanto insistem que
estão fazendo a vontade de Deus. Talvez, de algum deus,
estejam realmente fazendo a vontade; mas, certamente que a
vontade do Senhor, o único e verdadeiro Deus, nem sequer a
conhecem.
Extraído e
adaptado do Livro:
A Importância de Crer
Autor:
R.
R. Soares
Para Meditar:"E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão
curados."
Marcos
16:17-18.
Oração:
“Senhor,
eu Te agradeço por por ouvir as
minhas orações e eu Te peço que atenda as minhas necessidades
financeiras, repreenda o devorador das minhas finanças, cura as
minhas enfermidades, guarda a minha vida, livra-me das
tentações e perdoa todos os meus pecados. Eu oro e agradeço em
nome de Jesus Cristo.”
Amém.