13.09.2025
“Sede,
pois, imitadores de Deus, como filhos amados; E andai em amor, como
também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta
e sacrifício a Deus, em cheiro suave.” Efésios 5:1-2.
Jesus veio como nosso exemplo. Ele era Deus, tinha todo o
poder. Mas, quando veio ao nosso mundo, deixou toda a Sua
glória e veio como homem, não somente para morrer em nosso
lugar, mas para nos mostrar o modo correto de fazer a Obra
divina. Para isso, Ele despiu-Se das Suas prerrogativas
divinas e tomou a nossa forma, dando-nos o exemplo de como
realizar a vontade do Pai.
“Mas
aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se
semelhante aos homens.” Filipenses 2:7.
Aqui
neste mundo Jesus era exatamente igual a qualquer um de nós, exceto
que não tinha o pecado em Si. Também, ao vir a esta terra, Ele não
trouxe nenhuma de Suas habilidades divinas. E não usou aqui nenhum
poder que não esteja disponível a nós. Ele era, simplesmente,
igual a qualquer ser humano. Nesta condição, Ele foi tentado em
tudo; porém, nunca caiu em uma só tentação.
Quando
começou o Seu ministério, Ele estava, além de realizando a obra
de Deus, nos mostrando que, também, podemos realizá-la. Exatamente
como Ele fazia. Ele veio como o padrão a ser seguido.
Ele
tinha um segredo, o qual devemos aprender e praticar. Ele começou a
desvendar este segredo afirmando que o enviado de Deus não deve
usar de nenhum outro meio, a não ser da Palavra do Senhor: “Porque
aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, pois não lhe dá
Deus o Espírito por medida.” João 3:34.
Quem
se propõe a fazer a obra do Senhor deve, unicamente, usar a Palavra
de Deus. Foi Ela que o Senhor Deus usou, quando nada existia, para
criar os céus e a terra. Ela é a ferramenta que Ele usa, ainda
hoje, para restaurar o homem.
Para
fazer a obra de Deus corretamente, o Senhor Jesus prestava atenção
ao que Lhe era revelado, cumprindo todas as orientações. O
sucesso, então, era garantido.
“Eu
não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo,
e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a
vontade do Pai, que me enviou.” João 5:30.
Agindo
sobre a fé que a Palavra de Deus lhe trazia, Jesus usava palavras
para realizar a vontade de Deus. É deste modo que o cristão deve
proceder hoje.
“Não
crês tu que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras
que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em
mim, é quem faz as obras.” João 14:10.
As
palavras que Jesus pronunciava eram as que o Pai lhe dava. São as
mesmas revelações que encontramos nas Escrituras. Jesus não usava
outras armas que nós não temos à nossa disposição. Eram essas
palavras que faziam a Obra.
Se
observarmos bem, veremos que, após dizer as palavras, o Senhor cria
que elas fariam aquilo que havia determinado.
Em
Isaías 55:11, o Senhor nos garante que toda palavra que Ele
pronunciou fará aquilo para o que Ele a destinou: “Assim
será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim
vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a
enviei”.
Toda vez que estiver ouvindo alguém pregar a Palavra, ou
lendo a Bíblia, ou meditando em algum versículo, e o seu
entendimento for aberto, e você sentir que o Senhor lhe
revelou o significado daquela palavra, ou seja, a fé
surgir no seu coração, dê a sua ordem, exigindo que aquilo
seja realizado. E, após ter determinado o que você
aprendeu que lhe pertence, creia.
Extraído e
adaptado do Livro:
A Importância de Crer
Autor:
R.
R. Soares
Para Meditar:"Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus."
Mateus
16:19.
Oração:
“Senhor,
obrigado pelas promessas e orientações da Tua palavra.
Pai, eu tomo posse das Tuas promessas e prometo viver de
acordo com as Tuas orientações. E agora, em nome de Jesus,
eu ordeno que todo o mal saia da minha vida, e não volte
mais. Eu oro e agradeço em nome de Jesus Cristo.”
Amém.