03.10.2015
“Portanto,
tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também
vós, porque esta é a lei e os profetas.” Mateus 7:12.
Uma
dimensão da oração ensinada por Cristo que
freqüentemente passa despercebida por aqueles que buscam
uma vida mais profunda de oração relaciona-se com a
coisa que mais probabilidade tem de desfazer o seu grupo
de oração – seu relacionamento com as outras pessoas
desse grupo!
Na oração do Pai Nosso, lemos: “Perdoe-nos os nossos pecados, tal
como nós temos perdoado aqueles que pecaram contra nós” (Mateus 6:12
– A Bíblia Viva). Talvez a sua tradução da Bíblia diga dívidas
ou ofensas; mas ambas têm o mesmo sentido literal: pecados. Se você
quiser manter seu grupo de oração e outros relacionamentos intactos,
pratique este princípio.
As
palavras tal como indicam uma condição, querendo
dizer “na medida em que” – na medida em que eu
perdôo os outros, estou pedindo a Deus que me perdoe.
Cristo
explicou isso da seguinte maneira: “Porque se perdoardes
aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos
perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens (as suas
ofensas), tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas
ofensas” (Mateus 6:14-15).
Cristo
diz que se não perdoarmos aos outros, nosso Pai celeste
não nos perdoará. Se ele não o fizer, nossos pecados
não perdoados o impedirão de ouvir nossas orações
intercessórias. Elas não adiantarão nada.
Assim,
a menos que mantenhamos nossos relacionamentos com
as outras pessoas limpos, não podemos ser intercessores
eficazes. Deus ouve a nossa súplica por perdão de
pecados, mas a nossa recusa de perdoar os outros é um
pecado. Não podemos estar certos com Deus e sermos
intercessores eficazes se abrigamos o pecado de um
espírito não-perdoador.
Jesus também admoestou seus discípulos, com palavras bem
fortes: “Por isso vos digo que tudo quanto em oração
pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco. E,
quando estiverdes orando, se tendes alguma cousa contra
alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe
as vossas ofensas” (Marcos 11:24-25).
Extraído
e adaptado do livro:
Uma Jornada de Oração
Autor:
Evelyn
Christenson
Para Meditar: "Bem-aventurado
aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.
Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade, e em cujo
espírito não há engano. Quando eu guardei silêncio, envelheceram os
meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite
a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de
estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri.
Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu
perdoaste a maldade do meu pecado. Por isso, todo aquele que é santo
orará a ti, a tempo de te poder achar; até no transbordar de muitas
águas, estas não lhe chegarão."
Salmos 32:1-6.
Oração:
“Senhor, eu Te peço que me ajude a liberar o perdão a todos os que
pecaram contra mim, para que possas perdoar os meus pecados, e que
eu seja digno de andar na Tua presença. Pai, quebranta o meu
coração, perdoa as minhas falhas, purifica a minha vida e ajuda-me a
ter um coração perdoador. Eu peço e agradeço em nome
de Jesus
Cristo.” Amém.